14 de agosto de 2011

"...Desejo a você sol o suficiente para que continue radiante.

Desejo a você chuva o suficiente para que possa apreciar mais o sol.
Desejo a você felicidade o suficiente para que mantenha o seu espírito alegre.
Desejo a você dor o suficiente para que as menores alegrias na vida pareçam muito maiores.
Desejo a você perdas o suficiente para apreciar tudo que possui..."

No blog Magia Zen.

"Há quem passe pelo bosque e só veja lenha para a fogueira."

Léon Tolstoi, no blog Alma

5 de agosto de 2011

"Porque você permanece na prisão quando a porta esta completamente aberta?"

Rumi, no blog Alma.
– As lágrimas que me fizeram verter, eu perdoo.
As dores e as decepções, eu perdoo.
As traições e mentiras, eu perdoo.
As calúnias e as intrigas, eu perdoo.
O ódio e a perseguição, eu perdoo.
Os golpes que me feriram, eu perdoo.
Os sonhos destruídos, eu perdoo.
As esperanças mortas, eu perdoo.
O desamor e o ciúme, eu perdoo.
A indiferença e a má vontade, eu perdoo.
A injustiça em nome da justiça, eu perdoo.
A cólera e os maus-tratos, eu perdoo.
A negligência e o esquecimento, eu perdoo.
O mundo, com todo o seu mal, eu perdoo.

Ela abaixa os braços, abre os olhos e coloca as mãos no rosto. Eu me aproximo para abraçá-la, mas ela faz um sinal com as mãos:
– Não terminei ainda.
Torna a fechar os olhos e olhar para cima.

– Eu perdoo também a mim mesma. Que os infortúnios do passado não sejam mais um peso em meu coração. No lugar da mágoa e do ressentimento, coloco a compreensão e o entendimento. No lugar da revolta, coloco a música que sai do meu violino. No lugar da dor, coloco o esquecimento. No lugar da vingança, coloco a vitória.

Serei naturalmente capaz de amar acima de todo desamor,
De doar mesmo que despossuída de tudo,
De trabalhar alegremente mesmo que em meio a todos os impedimentos,
De estender a mão ainda que em mais completa solidão e abandono,
De secar lágrimas ainda que aos prantos,
De acreditar mesmo que desacreditada.
 
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